Exame de Densitometria Óssea Coluna e Fêmur em Goiânia
Exame de imagem que mede a densidade mineral óssea nas duas regiões mais suscetíveis a fraturas por osteoporose — coluna lombar e colo do fêmur — fornecendo os valores de T-score e Z-score que orientam o diagnóstico e o tratamento. O exame é indolor, rápido (poucos minutos), não invasivo e utiliza dose de radiação muito baixa. O laudo é emitido por especialista com comparação a padrões de referência internacionais, permitindo ao médico assistente definir condutas preventivas ou terapêuticas baseadas em dados objetivos.
A osteoporose é uma doença silenciosa — a perda óssea ocorre gradualmente ao longo de anos sem causar dor ou sintomas, até que uma fratura acontece. A fratura de fêmur em idosos com osteoporose tem mortalidade significativa no primeiro ano e impacto devastador na qualidade de vida e independência. A densitometria óssea é o único exame que quantifica objetivamente a perda óssea antes que a fratura ocorra.
O T-score compara a densidade óssea do paciente com o pico máximo de massa óssea de um adulto jovem saudável do mesmo sexo. T-score acima de -1,0 é considerado normal. Entre -1,0 e -2,5 indica osteopenia (perda óssea moderada). Abaixo de -2,5 define osteoporose, conforme critérios da OMS. É o parâmetro usado para diagnóstico e tratamento em mulheres na pós-menopausa e homens acima de 50 anos.
O Z-score compara a densidade óssea do paciente com a média esperada para pessoas da mesma idade, sexo e etnia. É o parâmetro mais relevante em crianças, adultos jovens e mulheres na pré-menopausa, nos quais o T-score não é o critério diagnóstico adequado. Z-score abaixo de -2,0 indica densidade óssea "abaixo do esperado para a idade" e justifica investigação de causas secundárias.
A densitometria das duas regiões simultaneamente é o padrão de referência porque a perda óssea pode ser mais acentuada em uma região do que na outra — e o diagnóstico é baseado no sítio de menor densidade. A coluna lombar perde densidade mais cedo na pós-menopausa. O colo do fêmur é o local de fratura com maior morbimortalidade. A avaliação de ambas fornece o panorama mais completo do risco real de cada paciente.
A densitometria óssea é indicada para mulheres a partir da menopausa (com início precoce ou após os 50 anos); homens acima dos 50 anos — especialmente com fatores de risco; pacientes com histórico familiar de osteoporose ou fratura de fêmur em parente de primeiro grau; pessoas em uso prolongado de corticoides (como prednisona) — que causam perda óssea acelerada; pacientes com doenças que afetam o metabolismo ósseo (hipotireoidismo, hiperparatireoidismo, artrite reumatoide, doença inflamatória intestinal, diabetes tipo 1); indivíduos com histórico de fraturas de baixo impacto (fratura ao cair da própria altura ou sem trauma significativo); e em acompanhamento periódico de pacientes já diagnosticados com osteoporose ou osteopenia em tratamento.
A indicação é sempre do médico — com atenção especial a grupos de risco aumentado
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Exame de Densitometria Óssea Coluna e Fêmur em Goiânia
