Exame de Imunofenotipagem em Goiânia

Exame de Imunofenotipagem em Goiânia

Exame laboratorial por citometria de fluxo que identifica e quantifica populações celulares com base em marcadores específicos de membrana e intracelulares — fundamental para diagnóstico, classificação e monitoramento de leucemias, linfomas, mielomas e outras neoplasias hematológicas, além de trombopatias e avaliação de doença residual mínima. Na CLIMT, disponibilizamos linha completa de imunofenotipagem com alta tecnologia, laudos emitidos por equipe especializada em hematologia laboratorial e suporte técnico ao hematologista e oncologista solicitante.

Exame de Imunofenotipagem em Goiânia
Benefícios

Por que a Imunofenotipagem é Insubstituível no Diagnóstico Hematológico?

A morfologia celular (análise visual das células ao microscópio) é o ponto de partida do diagnóstico hematológico — mas não é suficiente para classificar com precisão os diferentes subtipos de leucemias e linfomas, que têm tratamentos completamente distintos. A imunofenotipagem por citometria de fluxo vai além: analisa simultaneamente dezenas de marcadores moleculares em milhares de células em segundos, classificando a neoplasia com precisão que orienta diretamente a escolha do protocolo terapêutico e o prognóstico.

  • Classificação precisa das neoplasias hematológicas — diferenciação de leucemias agudas mieloides e linfoides, subtipos de linfomas e mieloma múltiplo
  • Impacto terapêutico direto — o subtipo identificado pela imunofenotipagem determina o protocolo de quimioterapia, imunoterapia ou transplante
  • Monitoramento de doença residual mínima (DRM) — detecção de células leucêmicas residuais em concentrações nanomolares após tratamento, indicando resposta ou recidiva precoce
  • Diagnóstico de trombopatias — avaliação de deficiências de glicoproteínas plaquetárias como na trombastenia de Glanzmann e síndrome de Bernard-Soulier
  • Alta sensibilidade — detecta populações aberrantes em proporções muito baixas, invisíveis ao exame morfológico convencional
  • Laudos com interpretação especializada — suporte ao hematologista e oncologista para decisões terapêuticas baseadas em dados moleculares precisos
Exames Disponíveis

Painéis de Imunofenotipagem Disponíveis na CLIMT

1

Imunofenotipagem para Leucemia Aguda (LA)

Classifica e caracteriza leucemias agudas — leucemia mieloide aguda (LMA) e leucemia linfoblástica aguda (LLA), incluindo subtipos B e T — com base em painel amplo de marcadores. A classificação correta é essencial porque LMA e LLA têm protocolos de tratamento completamente diferentes. A imunofenotipagem também identifica marcadores de valor prognóstico e alvos para imunoterapia (como CD19 para blinatumomabe em LLA-B).

2

Imunofenotipagem para Doença Linfoproliferativa Crônica (DLPC)

Investigação e classificação de doenças linfoproliferativas crônicas — leucemia linfocítica crônica (LLC), leucemia de células pilosas, linfoma de zona marginal leucemizado, leucemia prolinfocítica e outros. A LLC é a leucemia mais comum em adultos no Ocidente; sua imunofenotipagem confirma o diagnóstico e define marcadores prognósticos (ZAP-70, CD38) que orientam a decisão de tratar ou observar.

3

Imunofenotipagem para Síndrome Mieloproliferativa Crônica (SMC)

Avaliação de síndromes mieloproliferativas como policitemia vera, trombocitemia essencial, mielofibrose e leucemia mieloide crônica — identificando padrões de expressão de marcadores que auxiliam na classificação e no acompanhamento da resposta ao tratamento com inibidores de tirosina quinase e outros agentes moleculares.

4

Imunofenotipagem para Mielodisplasia (SMD)

As síndromes mielodisplásicas são doenças clonais das células-tronco com displasia e citopenias — diagnóstico difícil que se baseia em morfologia, citogenética e imunofenotipagem integradas. A imunofenotipagem detecta padrões aberrantes de maturação que suportam o diagnóstico e ajudam na estratificação de risco segundo os escores IPSS e IPSS-R.

5

Imunofenotipagem para Mieloma Múltiplo (MM)

Identifica e quantifica a população de plasmócitos clonais (aberrantes) na medula óssea — fundamental para diagnóstico do mieloma múltiplo e diferenciação de gamopatia monoclonal de significado indeterminado (MGUS) e mieloma latente (smoldering). Também essencial para monitoramento de DRM após transplante autólogo de medula óssea.

6

Imunofenotipagem para Doença Residual Mínima (DRM)

Detecta células leucêmicas ou linfomatosas residuais em concentrações muito baixas — após quimioterapia de indução, consolidação ou transplante — com sensibilidade de 1 célula em 10.000 a 1.000.000 de células normais. A DRM negativa é associada a melhor prognóstico em leucemias agudas, LLC e mieloma; DRM positiva indica maior risco de recidiva e pode justificar intensificação do tratamento.

7

Imunofenotipagem de Linfonodo, Líquidos Biológicos e Líquor

A imunofenotipagem não se limita ao sangue e medula óssea — pode ser realizada em amostras de linfonodo (para diagnóstico de linfoma), líquor (para detecção de infiltração do sistema nervoso central por neoplasias hematológicas), líquido pleural, ascítico e outros líquidos biológicos onde células tumorais podem estar presentes.

8

Imunofenotipagem para Trombopatias

Avalia a expressão de glicoproteínas da membrana plaquetária — identifica deficiências quantitativas ou funcionais de GPIIb/IIIa (trombastenia de Glanzmann) e GPIb/IX (síndrome de Bernard-Soulier), principais trombopatias hereditárias graves. Também utilizada na investigação de hemoglobinúria paroxística noturna (HPN) para detecção de déficit de proteínas ancoradas por GPI.

Para quem são Indicados?

A indicação é do hematologista ou oncologista conforme o diagnóstico clínico e laboratorial

Diagnóstico de leucemias agudas Investigação de linfomas e LLC Diagnóstico e estadiamento do mieloma Monitoramento pós-tratamento (DRM) Investigação de trombopatias e HPN Síndromes mielodisplásicas e mieloproliferativas
Experiência

Diferenciais da CLIMT

  • Citômetro de fluxo de alta performance com painel multiparamétrico amplo — análise simultânea de dezenas de marcadores com alta sensibilidade
  • Laudos emitidos por equipe especializada em hematologia laboratorial — interpretação clínica conclusiva que suporta decisões terapêuticas do hematologista
  • Integração com citogenética (FISH/cariótipo) e biologia molecular (PCR/NGS) — investigação hematológica completa no mesmo sistema
  • Protocolos adequados para cada tipo de amostra — sangue periférico, medula óssea, linfonodo, líquor e líquidos biológicos com processamento otimizado
  • Atendimento nas unidades Centro e Setor Aeroporto em Goiânia, com orientação técnica sobre coleta, transporte e estabilidade das amostras
FAQ

Perguntas Frequentes sobre a Imunofenotipagem

O hemograma identifica a presença de células anormais (blastos) e alterações nas contagens celulares que levantam a suspeita de leucemia. Mas o hemograma não distingue o tipo de célula neoplásica — o que é essencial para o tratamento. Uma leucemia aguda mieloide (LMA) e uma leucemia linfoblástica aguda (LLA) podem ter hemogramas semelhantes mas requerem protocolos de quimioterapia completamente diferentes. A imunofenotipagem determina com precisão a linhagem celular (mieloide ou linfoide) e o subtipo, orientando diretamente a escolha terapêutica.

A doença residual mínima (DRM) é a presença de células leucêmicas remanescentes após o tratamento — em quantidade tão pequena que não é detectável pelo hemograma ou exame morfológico convencional, mas detectável pela imunofenotipagem de alta sensibilidade. A DRM negativa (abaixo do limiar de detecção) após a quimioterapia de indução indica resposta profunda e se associa a melhor prognóstico e menor risco de recidiva. A DRM positiva indica persistência de células leucêmicas e pode justificar mudança de protocolo ou transplante. O monitoramento da DRM transformou o acompanhamento de leucemias agudas e mieloma múltiplo.

Depende do contexto clínico. Para leucemias agudas e doenças linfoproliferativas com células circulantes no sangue, a imunofenotipagem de sangue periférico pode ser suficiente para diagnóstico. Para mielodisplasia, mieloma múltiplo e avaliação de DRM em medula, é indispensável a amostra de medula óssea (aspirado de medula). Para linfomas sem leucemização, o linfonodo é a amostra de escolha. O médico solicitante define o tipo de amostra adequado conforme o quadro clínico. A CLIMT orienta sobre as exigências de cada painel no agendamento.

O prazo varia conforme o painel solicitado e a urgência clínica. Imunofenotipagem de leucemia aguda geralmente tem processamento prioritário — resultado em 24 a 72 horas úteis em contextos de urgência diagnóstica. Painéis de doenças crônicas e DRM têm prazo de 3 a 7 dias úteis. A coleta deve ser feita com tubo adequado (EDTA ou heparina, conforme o painel) e a amostra deve chegar ao laboratório dentro das condições de estabilidade — detalhes informados no agendamento.

Solicite Informações

Preencha o formulário e nossa equipe entrará em contato para montar um plano compatível com sua necessidade técnica e financeira.

(62) 3225-7648
(62) 3225-7648
comercial@climt.com.br

Atendimento de Seg a Sex, das 07:30 às 17:00

Prefere falar no WhatsApp? Entre em contato direto

Exame de Imunofenotipagem em Goiânia

Clique para Ligar
Fale por WhatsApp
Fale No WhatsApp