Exame de Citogenética Humana em Goiânia
Análises laboratoriais especializadas que estudam os cromossomos humanos — identificando alterações numéricas e estruturais responsáveis por síndromes genéticas, infertilidade, abortamentos recorrentes, cânceres hematológicos e outras condições clínicas de base cromossômica. Na CLIMT, os exames citogenéticos são realizados em laboratório especializado com técnicas que vão do cariótipo convencional às tecnologias de alta resolução como FISH e array de microarranjos — com interpretação qualificada e suporte ao médico solicitante e ao geneticista para aconselhamento.
Alterações nos cromossomos — em número ou estrutura — são responsáveis por uma ampla gama de condições clínicas: desde síndromes genéticas diagnosticadas ao nascimento até causas silenciosas de infertilidade e abortamentos repetidos em casais. A citogenética é a especialidade que identifica e caracteriza essas alterações com precisão, orientando o aconselhamento genético e as condutas clínicas.
O cariótipo convencional com bandamento G é o exame citogenético de referência — analisa os 46 cromossomos humanos corados em padrão de bandas que permite identificar cada par e detectar alterações numéricas (aneuploidias) e estruturais grosseiras (deleções, duplicações, translocações e inversões visíveis). Indicado como exame de triagem inicial para síndromes cromossômicas, investigação de infertilidade e abortamentos recorrentes. Realizado em sangue periférico, medula óssea ou material de produto de concepção.
Versão ampliada do cariótipo convencional que utiliza células em fase inicial da divisão celular, gerando cromossomos menos condensados e com maior número de bandas visíveis. Detecta alterações cromossômicas menores que escapam ao cariótipo padrão — indicado quando o cariótipo convencional foi normal mas a suspeita clínica de síndrome cromossômica persiste.
Análise específica para detecção de instabilidade cromossômica — fragilidade do DNA que se manifesta como quebras e rearranjos cromossômicos. Indicado para diagnóstico de síndromes de reparo de DNA como anemia de Fanconi, síndrome de Bloom e síndrome de Nijmegen, que cursam com aumento do risco de leucemias e outros cânceres.
Análise de regiões específicas dos cromossomos que apresentam instabilidade induzida por condições de cultura específicas. O principal uso clínico é a pesquisa do sítio frágil do cromossomo X (FRAXA), associado à síndrome do X-Frágil — causa mais comum de deficiência intelectual herdada em meninos, com fenótipo característico e padrão de herança ligado ao X.
Tecnologia que examina o genoma inteiro com resolução muito superior ao cariótipo convencional — detectando microdeleções e microduplicações de apenas alguns kilobases que seriam invisíveis ao microscópio. O array é o exame de primeira escolha para investigação de deficiência intelectual, atraso no desenvolvimento neuropsicomotor e múltiplas malformações congênitas sem diagnóstico no cariótipo convencional. Substituiu progressivamente o cariótipo de alta resolução em muitas indicações clínicas.
Técnica que utiliza sondas de DNA marcadas com fluorescência para detectar a presença, ausência ou rearranjo de sequências específicas do genoma. Permite diagnóstico rápido de aneuploidias específicas (FISH para cromossomos 13, 18, 21, X e Y em material pré-natal), detecção de fusões gênicas em leucemias (BCR-ABL, PML-RARA) e investigação de microdeleções de regiões específicas não detectadas pelo cariótipo. É um exame direcionado — realizado quando há suspeita clínica de alteração específica.
A indicação é do médico geneticista, hematologista, ginecologista ou obstetra conforme o contexto clínico
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Exame de Citogenética Humana em Goiânia
