Exame de Escanometria de MMII em Goiânia
Exame radiológico que mede com precisão milimétrica o comprimento dos ossos dos membros inferiores — fêmur e tíbia — para diagnóstico de desigualdade no comprimento das pernas, com impacto direto no planejamento de tratamentos ortopédicos, cirurgias corretivas e reabilitação. Na CLIMT, a escanometria é realizada com equipamentos de radiologia digital de alta precisão, com cálculo digital do comprimento de cada segmento ósseo e laudo emitido por especialista — indispensável para o ortopedista planejar correções com segurança e eficácia.
Uma diferença de comprimento entre as pernas — mesmo de apenas alguns milímetros — pode causar alterações significativas na postura, na marcha e na distribuição de carga nas articulações ao longo dos anos. A desigualdade não tratada predispõe a dores lombares crônicas, escoliose compensatória e desgaste precoce de quadril e joelho. A escanometria é o único exame que mensura essa diferença com precisão cirúrgica, em toda a extensão dos membros.
Diferenças no comprimento dos membros podem surgir por causas congênitas (hemihipertrofia, aplasias), sequelas de infecções ósseas, fraturas que acometeram a placa de crescimento ou assimetria de crescimento sem causa aparente. O acompanhamento seriado com escanometria durante o crescimento permite ao ortopedista decidir o momento ideal de intervenção — epifisiodese (bloqueio do lado mais longo) ou, em casos mais graves, alongamento ósseo.
Cirurgias de prótese total de quadril e joelho exigem escanometria pré-operatória para planejamento do tamanho dos implantes e correção da discrepância de comprimento que será produzida ou corrigida pelo procedimento. Osteotomias e cirurgias de alinhamento também dependem de medições precisas. O laudo da escanometria é peça obrigatória no planejamento digital cirúrgico.
Lombalgia crônica, escoliose funcional, dores no quadril e joelho com assimetria de marcha são sinais que podem ter origem em desigualdade de comprimento dos membros inferiores. A escanometria identifica e quantifica a discrepância — orientando se a causa postural é tratável com palmilha compensatória ou se requer intervenção cirúrgica.
O paciente permanece em posição ortostática (em pé) ou deitado, conforme o protocolo adotado. São realizadas radiografias sequenciais cobrindo toda a extensão dos membros inferiores — quadril, joelho e tornozelo em cada lado. Uma régua radiopaca é posicionada ao lado do paciente para calibração das medidas. As imagens digitais são processadas por software especializado que calcula o comprimento exato de cada segmento ósseo — fêmur e tíbia bilateralmente — e a discrepância total entre os membros.
O procedimento é rápido (15 a 20 minutos), completamente indolor e utiliza dose de radiação compatível com os protocolos de segurança radiológica. Não requer preparo especial. O laudo com as medições precisas é emitido pelo radiologista para orientação do médico assistente.
A indicação é do ortopedista, fisiatra ou médico assistente — com base no quadro clínico e na suspeita de discrepância de membros
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