Exame de Hormônios Masculinos e Metabolismo em Goiânia
Análises laboratoriais para investigação do eixo hormonal masculino e do metabolismo energético — indicadas para homens com sintomas de deficiência androgênica, acompanhamento de terapia de reposição hormonal (TRT), investigação de resistência à insulina e avaliação do estado metabólico geral. Na CLIMT, os exames hormonais são realizados com precisão analítica, observando os horários de coleta recomendados para cada marcador — fator fundamental para a confiabilidade dos resultados — e com orientação sobre o preparo específico de cada exame.
Sintomas como cansaço persistente, queda da libido, disfunção erétil, perda de massa muscular, acúmulo de gordura abdominal, alterações de humor e dificuldade para emagrecer podem ter origem hormonal ou metabólica. A avaliação laboratorial é o primeiro passo para identificar se há deficiência de testosterona, resistência à insulina ou outras alterações que justifiquem intervenção clínica.
A testosterona total mede toda a testosterona circulante — a maior parte ligada a proteínas (SHBG e albumina) e uma fração livre biologicamente ativa. A testosterona livre é a fração que efetivamente age nos tecidos e pode ser baixa mesmo quando a testosterona total está normal — especialmente em homens com SHBG elevada. Ambas devem ser coletadas pela manhã (7h às 10h), quando os níveis são mais altos, para resultados confiáveis.
A SHBG é a proteína que se liga à testosterona e a "sequestra" da circulação — quando elevada, reduz a testosterona livre disponível para os tecidos mesmo com testosterona total normal. SHBG alta é comum em homens com hipotireoidismo, cirrose hepática e com o envelhecimento. SHBG baixa ocorre na obesidade, resistência à insulina e hipotireoidismo não tratado. É fundamental para calcular a testosterona biodisponível e orientar o diagnóstico de hipogonadismo.
O cortisol é o principal hormônio do estresse, produzido pelo córtex adrenal — seguindo ritmo circadiano, com pico matinal e queda progressiva ao longo do dia. O cortisol basal deve ser coletado de manhã (7h às 9h). Valores muito baixos podem indicar insuficiência adrenal; valores muito altos sugerem síndrome de Cushing. O DHEA é precursor de hormônios sexuais e declina progressivamente com o envelhecimento — sua deficiência é associada a fadiga, queda da libido e alterações do humor.
A insulina basal e o HOMA-IR (calculado com glicemia e insulina em jejum) quantificam a resistência à insulina — condição que precede o diabetes tipo 2 e está no centro da síndrome metabólica. O HOMA-IR é calculado pela fórmula (insulina × glicemia / 22,5). O IGF-1 (fator de crescimento semelhante à insulina tipo 1) reflete a atividade do hormônio de crescimento (GH) — essencial para avaliação de sarcopenia, composição corporal e em investigação de deficiência de GH em adultos.
Os exames hormonais masculinos têm requisitos de preparo e horário de coleta que impactam diretamente a confiabilidade dos resultados. Testosterona total, testosterona livre, SHBG e cortisol basal devem ser coletados preferencialmente entre 7h e 10h da manhã, quando os hormônios estão no pico diurno. Insulina basal e HOMA-IR exigem jejum de 8 a 12 horas. O DHEA não exige horário específico mas é beneficiado pelo jejum. A equipe da CLIMT orienta sobre o preparo específico de cada exame no momento do agendamento — evitando coletas em horários inadequados que comprometam a validade dos resultados.
A indicação é sempre médica — baseada nos sintomas e no histórico clínico individual
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