Exame de Hormônios Femininos em Goiânia
Análises laboratoriais do eixo hormonal feminino para avaliação do ciclo menstrual, função ovariana, fertilidade, função tireoidiana e saúde reprodutiva — em todas as fases da vida da mulher, da puberdade à menopausa. Na CLIMT, os exames hormonais femininos são realizados com precisão analítica e orientação sobre o momento ideal de coleta no ciclo menstrual — fator determinante para a validade de vários exames — e com resultados integrados ao acompanhamento clínico completo.
O eixo hormonal feminino é complexo e dinâmico — os níveis hormonais variam ao longo do ciclo menstrual, com a idade, na gestação e na menopausa. Sintomas como irregularidade menstrual, dificuldade para engravidar, acne, queda de cabelo, ganho de peso, alterações de humor e fogachos têm origem hormonal investigável por exames laboratoriais específicos.
Estradiol · FSH (Hormônio Folículo Estimulante) · LH (Hormônio Luteinizante) · Progesterona
FSH e LH são coletados idealmente entre o 2º e o 5º dia do ciclo (fase folicular inicial) para avaliação da reserva ovariana e diagnóstico de menopausa. O estradiol acompanha o FSH nesse contexto. A progesterona é coletada na fase lútea (7 dias após a ovulação, geralmente no 21º dia do ciclo de 28 dias) para confirmar se houve ovulação. O momento da coleta é decisivo — a orientação médica sobre o dia do ciclo é indispensável.
Beta-HCG qualitativo · Beta-HCG quantitativo · AMH (Hormônio Anti-Mülleriano)
O Beta-HCG qualitativo detecta a presença de gravidez. O Beta-HCG quantitativo mede a concentração exata do hormônio — útil para monitorar gestações precoces, suspeita de gravidez ectópica e acompanhamento após perda gestacional. O AMH é o melhor marcador atual de reserva ovariana — não depende do momento do ciclo para coleta e reflete a quantidade de folículos disponíveis para fertilização, sendo fundamental na investigação de infertilidade e antes de técnicas de reprodução assistida.
Prolactina · DHEA-S (Dehidroepiandrosterona Sulfato)
A prolactina elevada (hiperprolactinemia) causa irregularidade menstrual, amenorreia e infertilidade — investigada em mulheres com ciclos irregulares e galactorreia (saída de leite fora da gestação). A coleta deve ser feita pela manhã, em repouso, após um período sem estimulação mamária. O DHEA-S é marcador adrenal de andrógenos — investigado em mulheres com hiperandrogenismo (acne intensa, hirsutismo, queda de cabelo tipo masculino) e síndrome dos ovários policísticos (SOP).
TSH · T3 total · T4 livre
O TSH é o principal marcador de função tireoidiana — elevado no hipotireoidismo e baixo no hipertireoidismo. O T4 livre e o T3 refletem a atividade hormonal periférica. Distúrbios tireoidianos são muito mais frequentes em mulheres e podem causar irregularidade menstrual, infertilidade, ganho ou perda de peso, fadiga, intolerância ao frio ou calor e alterações de humor — sintomas frequentemente confundidos com outros distúrbios hormonais.
Diferente de exames bioquímicos, vários hormônios femininos variam significativamente ao longo do ciclo menstrual — um resultado coletado no dia errado pode ser completamente equivocado. FSH, LH e estradiol devem ser coletados entre o 2º e o 5º dia do ciclo. A progesterona deve ser coletada na fase lútea (por volta do 21º dia). A prolactina deve ser coletada pela manhã, em repouso e em jejum. O AMH não depende do dia do ciclo. O TSH não tem exigência de dia do ciclo, mas é beneficiado pelo jejum. A equipe da CLIMT orienta sobre o preparo e o momento correto de cada exame no agendamento — evitando coletas no dia errado que invalidem o resultado.
A indicação é sempre médica — cada exame tem seu contexto clínico específico
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