Curso NR 10 Básico (40h) em Goiânia
Curso obrigatório de 40 horas estabelecido pela NR-10 para eletricistas, técnicos, engenheiros, mecânicos, operadores de máquinas e qualquer trabalhador exposto a riscos elétricos — cobrindo princípios de eletricidade, riscos em instalações elétricas, medidas de controle, EPIs e EPCs específicos, primeiros socorros e procedimentos de emergência. Na CLIMT SAÚDE AMBIENTAL, o curso é ministrado por profissionais com CREA ativo e habilitação legal exigida pela NR-10, com material didático atualizado, estrutura para turmas presenciais ou in company, e certificação válida em todo o território nacional.
A NR-10 — Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade — determina que trabalhadores que interagem com instalações elétricas devem ser qualificados antes de assumir suas funções. O Curso NR-10 Básico de 40 horas é o requisito mínimo para que um trabalhador seja considerado "qualificado" pela norma — condição obrigatória para qualquer atividade próxima a partes energizadas ou que envolva intervenção em instalações elétricas.
Não se trata apenas de eletricistas: mecânicos que realizam manutenção em equipamentos com partes elétricas, operadores que fazem ajustes em máquinas, técnicos de instrumentação e engenheiros que supervisionam serviços elétricos também precisam do curso. A NR-10 não faz distinção de cargo — faz distinção de exposição ao risco elétrico.
Conceitos de tensão, corrente, resistência e potência aplicados à segurança; como a corrente elétrica age no corpo humano — amperagem letal, fibrilação ventricular e queimaduras; choque elétrico, arco elétrico e incêndio em instalações elétricas; classificação das instalações por nível de tensão — baixa, média e alta tensão; zonas de risco e distâncias de segurança definidas pela NR-10 e ABNT.
Hierarquia das medidas de controle — do desligamento total ao uso de EPI como última barreira; luvas isolantes classes 0 a 4 — seleção por tensão, validade, teste d'água e descarte; ferramentas isoladas e calibradas; capacetes com aba frontal para arco elétrico; calçados dielétricos; tapetes isolantes, biombos, barreiras e sinalizações de área — EPCs obrigatórios conforme o tipo de serviço; inspeção de EPIs antes de cada uso.
Os cinco passos obrigatórios para trabalho em sistema morto: desligar, isolar, bloquear, verificar e sinalizar; aterramento temporário de segurança; procedimento com múltiplos trabalhadores em manutenção simultânea — cadeado individual por trabalhador; documentação do serviço — autorização de trabalho e registro de bloqueio; situações em que o trabalho em sistema energizado é admitido pela norma e os requisitos adicionais exigidos.
Sequência correta de socorro à vítima de choque elétrico — desenergização do circuito antes do toque, RCP atualizada, contato com SAMU (192); queimaduras elétricas — classificação, resfriamento correto e o que NÃO fazer; combate a incêndio elétrico com CO₂ e pó químico seco — por que água é proibida; emissão da CAT (Comunicação de Acidente de Trabalho) — prazo, responsável e consequências da omissão.
Multas de R$ 6.000 a mais de R$ 20.000 por empregado irregular em fiscalizações do Ministério do Trabalho, além de interdição imediata dos serviços elétricos até regularização. Em caso de acidente com trabalhador não qualificado, a responsabilidade civil e criminal dos gestores é ampliada — com risco de enquadramento em homicídio culposo nos casos mais graves.
Do lado comercial: auditorias de grandes clientes dos setores automotivo, alimentício, petroquímico e farmacêutico verificam sistematicamente a qualificação NR-10 dos trabalhadores elétricos de fornecedores e prestadores de serviço. Trabalhador sem o curso pode impedir a empresa de assinar contratos ou renovar credenciamentos.
A obrigação é pela exposição ao risco elétrico — não pelo cargo
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