Vacina Tríplice Bacteriana - DTPA – Refortrix, Vacinação em Goiânia | Clínica CLIMT SAÚDE

Vacina Tríplice Bacteriana DTPA – Refortrix em Goiânia

Reforço combinado contra difteria, tétano e coqueluche para adolescentes e adultos — especialmente recomendado para gestantes e para quem convive com bebês nos primeiros meses de vida. A dTpa (Refortrix) é a versão de reforço para adultos da vacina que protege contra três doenças bacterianas graves. A imunidade conferida pelas doses da infância diminui com o tempo, e o reforço periódico é essencial para manter a proteção — especialmente contra a coqueluche, cujos surtos têm ressurgido mesmo em países com alta cobertura vacinal infantil.

Vacina Tríplice Bacteriana DTPA – Refortrix em Goiânia
Benefícios

Por que o Reforço com dTpa é Necessário na Vida Adulta?

A imunidade gerada pelas vacinas da infância contra difteria, tétano e coqueluche não é permanente — ela diminui ao longo dos anos. Adultos não revacinados podem desenvolver coqueluche de forma atípica (tosse prolongada sem o "guincho" característico) e transmiti-la para bebês, que são o grupo mais vulnerável à doença grave e fatal.

  • Reforço simultâneo da proteção contra difteria, tétano e coqueluche em uma única dose intramuscular
  • Fortemente recomendada na gestação (entre 27 e 36 semanas) para proteger o recém-nascido antes que ele possa ser vacinado
  • Indicada para todos que convivem com bebês menores de 6 meses — pais, avós, cuidadores e profissionais de saúde
  • Reforço a cada 10 anos para tétano e difteria, com a componente pertussis acrescida a cada ciclo conforme orientação médica
  • Cadeia de frio monitorada com câmaras frias e controle de temperatura, garantindo a qualidade do imunizante
  • Comprovante de vacinação entregue com nome da vacina, data, lote e identificação do profissional responsável
O que Previne

Por que Difteria, Tétano e Coqueluche ainda Representam Risco?

1

Tétano

Causado pela toxina de Clostridium tetani, presente em solo, ferrugem e ambientes contaminados. O tétano provoca espasmos musculares progressivos e rigidez generalizada — incluindo "trismo" (incapacidade de abrir a boca) e opistótono (arqueamento do corpo). A mortalidade permanece elevada mesmo com tratamento intensivo. Ferimentos perfurantes, cortes com objetos enferrujados e acidentes de trabalho são as principais portas de entrada. O reforço a cada 10 anos é obrigatório.

2

Coqueluche (Pertussis)

Em adultos, a coqueluche se manifesta como tosse prolongada e exaustiva — por semanas ou meses — frequentemente sem o "guincho" característico, sendo confundida com bronquite ou tosse pós-viral. O perigo real está na transmissão para bebês menores de 6 meses, que são o grupo com maior risco de morte. Surtos em adolescentes e adultos vacinados na infância — mas sem reforço — são registrados regularmente em todo o mundo.

3

Difteria

Causada pela toxina de Corynebacterium diphtheriae, que provoca a formação de membranas na garganta capazes de causar asfixia, além de toxicidade cardíaca e neurológica graves. Embora rara em países com boa cobertura vacinal, surtos em populações com imunidade em declínio são documentados globalmente. A proteção requer reforços periódicos ao longo da vida adulta.

Esquema Vacinal

Qual o Esquema de Reforço com a dTpa?

Para adolescentes (11 a 19 anos): uma dose de dTpa como reforço do esquema infantil. Para adultos: uma dose de dTpa substituindo o próximo reforço de dT (dupla adulto), com reforços de dT a cada 10 anos em seguida. Para gestantes: uma dose de dTpa entre a 27ª e a 36ª semana de cada gestação — independentemente de ter tomado dTpa em gestação anterior — para garantir transferência passiva de anticorpos ao bebê antes do nascimento.

A contraindicação principal é a reação alérgica grave (anafilaxia) a dose anterior da vacina ou a qualquer componente da fórmula. Em situações de ferimento com risco de tétano, o médico avalia se há necessidade de reforço antecipado — independentemente do último reforço. A avaliação pré-vacinal na CLIMT identifica o momento correto do reforço para cada paciente.

Para quem é indicada a Vacina dTpa?

A indicação final é sempre do médico — com atenção especial a gestantes e contatos de bebês

Gestantes (entre 27 e 36 semanas) — a cada gestação Pais, avós e cuidadores de recém-nascidos Adolescentes sem reforço após o esquema infantil Adultos com reforço de dT vencido (mais de 10 anos) Profissionais de saúde e educação Trabalhadores expostos a ferimentos (construção, agropecuária)
Experiência

Diferenciais da CLIMT

  • Cadeia de frio monitorada com câmaras frias e controle contínuo de temperatura, garantindo a qualidade do imunizante
  • Avaliação pré-vacinal com conferência do cartão de vacinas — definição do momento correto do reforço e orientação sobre a diferença entre dTpa, dT e DTPa pediátrica
  • Atenção especial à vacinação de gestantes e ao protocolo de "casulo" para proteger recém-nascidos antes da primeira dose aos 2 meses
  • Atendimento nas unidades Centro e Setor Aeroporto em Goiânia, com ambiente acolhedor para todas as faixas etárias
  • Integração com laboratório, exames clínicos e demais vacinas do calendário — saúde completa em um único local
FAQ

Perguntas Frequentes sobre a Vacina dTpa

A DTPa (célula inteira ou acelular) é a versão pediátrica de alta dose para crianças menores de 7 anos, usada no esquema primário. A dT (dupla adulto) é o reforço convencional a cada 10 anos, com componente apenas de difteria e tétano. A dTpa (Refortrix) é o reforço que inclui também a coqueluche (pertussis acelular) — indicado especialmente para gestantes e para substituir um reforço de dT em adultos que precisam renovar a proteção contra coqueluche.

Bebês recém-nascidos não podem ser vacinados antes de 2 meses de vida, ficando desprotegidos contra a coqueluche — a doença mais grave para essa faixa etária. Quando a gestante é vacinada entre 27 e 36 semanas, ela produz anticorpos que atravessam a placenta e protegem o bebê nos primeiros meses. Essa proteção passiva é a única disponível para recém-nascidos antes da primeira dose. A vacina deve ser tomada em cada gestação, pois os anticorpos transferidos diminuem rapidamente.

Não necessariamente. A imunidade contra coqueluche conferida pela vacinação infantil dura em média 5 a 10 anos. Adultos com o esquema infantil completo mas sem reforço de dTpa podem contrair coqueluche e transmiti-la para bebês sem perceber — pois nos adultos a doença frequentemente se manifesta apenas como tosse prolongada, sem os sintomas clássicos. O reforço com dTpa é a única forma de renovar a proteção contra coqueluche na vida adulta.

Ferimentos profundos, contaminados com terra ou objetos enferrujados devem ser avaliados imediatamente por um médico. O protocolo depende do histórico vacinal: quem está com o reforço em dia (há menos de 5 anos para ferimentos de alto risco ou menos de 10 anos para ferimentos limpos) geralmente não precisa de dose adicional. Quem não tem histórico de vacinação ou está com o reforço vencido pode precisar de antitoxina tetânica (imunoglobulina) além da vacina.

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