Vacina Triplice Viral, Vacinação em Goiânia | Clínica CLIMT SAÚDE

Vacina Triplice Viral em Goiânia

Proteção contra três doenças virais altamente contagiosas em uma única dose subcutânea: sarampo, caxumba e rubéola — todas com potencial de complicações graves e preveníveis exclusivamente pela vacinação. A Vacina Tríplice Viral (SCR) é uma vacina de vírus vivos atenuados disponível na rede privada para crianças e adultos que precisam completar ou atualizar o esquema vacinal. Na CLIMT, é aplicada com avaliação pré-vacinal completa, cadeia de frio monitorada e comprovante de vacinação.

Vacina Triplice Viral em Goiânia
Benefícios

Por que a Vacina Tríplice Viral Continua Sendo Essencial?

O sarampo é uma das doenças infecciosas mais contagiosas conhecidas — um único caso não vacinado pode infectar 12 a 18 pessoas. Surtos de sarampo têm ressurgido em todo o mundo, inclusive no Brasil, em populações com baixas coberturas vacinais. A caxumba e a rubéola, igualmente preveníveis, causam complicações graves e permanentes. A vacina tríplice viral é a única proteção eficaz disponível contra essas três doenças.

  • Proteção contra sarampo, caxumba e rubéola em uma única dose subcutânea
  • Imunidade duradoura — o esquema completo de duas doses confere proteção ao longo de toda a vida na maioria dos vacinados
  • Disponível para adultos não vacinados ou sem comprovante de vacinação — fundamental em períodos de surto
  • Avaliação pré-vacinal com verificação do cartão de vacinas e histórico de doenças anteriores
  • Cadeia de frio monitorada com câmaras frias e controle de temperatura — essencial para vacinas de vírus vivos
  • Comprovante de vacinação entregue com nome da vacina, data, lote e identificação do profissional responsável
O que Previne

Por que Sarampo, Caxumba e Rubéola ainda são Preocupações Sérias?

1

Sarampo

A doença infecciosa mais contagiosa do mundo — 90% das pessoas não vacinadas expostas serão infectadas. Além da erupção cutânea característica, o sarampo pode causar pneumonia, encefalite (com risco de sequelas neurológicas permanentes) e morte. O vírus suprime a imunidade por meses após a infecção, deixando o organismo vulnerável a outras infecções. Surtos recentes no Brasil confirmam que a doença retorna quando a cobertura vacinal cai abaixo de 95%.

2

Caxumba (Parotidite)

Altamente contagiosa e frequente em adolescentes e adultos não vacinados. Em homens após a puberdade, pode causar orquite (inflamação dos testículos) com risco de infertilidade. Em mulheres, pode causar ooforite. Outras complicações incluem meningite viral, pancreatite, surdez súbita e encefalite. Surtos em comunidades universitárias e militares são registrados regularmente mesmo em países com alta cobertura vacinal.

3

Rubéola e Síndrome da Rubéola Congênita

Em crianças, a rubéola é geralmente leve. O perigo real está na infecção durante a gravidez: o vírus atravessa a placenta e causa a Síndrome da Rubéola Congênita (SRC), com surdez, catarata, cardiopatia congênita e deficiência intelectual no bebê. Por isso, mulheres em idade fértil não vacinadas são consideradas grupo de risco prioritário — a vacinação antes da gestação é a única forma de proteger o bebê.

Esquema Vacinal

Qual o Esquema de Doses da Vacina Tríplice Viral?

O esquema padrão é de duas doses: a primeira aos 12 meses e a segunda entre 15 meses e 4 anos, conforme o calendário da SBIm. Adultos não vacinados ou sem comprovante de vacinação devem receber duas doses com intervalo de pelo menos 4 semanas. A vacina é administrada por via subcutânea — diferente da maioria das outras vacinas, que são intramusculares.

Por ser uma vacina de vírus vivos atenuados, a Tríplice Viral tem contraindicações importantes: não deve ser administrada em gestantes (a vacinação deve ser feita pelo menos um mês antes de engravidar), em imunodeprimidos graves (leucemia, linfoma, uso de corticoide em altas doses, HIV com imunossupressão grave) e em pessoas com alergia grave a componentes da fórmula. A avaliação pré-vacinal na CLIMT identifica essas situações antes de cada aplicação.

Para quem é indicada a Vacina Tríplice Viral?

A indicação final é sempre do médico — com atenção especial às contraindicações em gestantes e imunodeprimidos

Crianças a partir de 12 meses Adultos sem comprovante de vacinação Mulheres em idade fértil não vacinadas Viajantes para países com surtos ativos Profissionais de saúde e educação Pessoas em áreas com surto de sarampo
Experiência

Diferenciais da CLIMT

  • Cadeia de frio rigorosa — vacinas de vírus vivos são especialmente sensíveis a variações de temperatura, exigindo armazenamento e transporte criterioso
  • Avaliação pré-vacinal com triagem das contraindicações — identificação de gestantes, imunodeprimidos e alérgicos antes de cada aplicação
  • Conferência do cartão de vacinas — orientação sobre quantas doses ainda faltam para completar o esquema de cada paciente
  • Atendimento nas unidades Centro e Setor Aeroporto em Goiânia, com ambiente acolhedor para todas as faixas etárias
  • Integração com laboratório, exames clínicos e demais vacinas do calendário — saúde completa em um único local
FAQ

Perguntas Frequentes sobre a Vacina Tríplice Viral

Sim. Adultos nascidos após 1960 que não têm comprovante das duas doses da tríplice viral devem se vacinar. Pessoas nascidas antes de 1960 provavelmente tiveram contato natural com essas doenças e geralmente têm imunidade — mas a decisão deve ser avaliada pelo médico. Em situações de surto, o Ministério da Saúde pode ampliar as recomendações de vacinação para faixas etárias específicas.

Não. Por ser uma vacina de vírus vivos atenuados, a tríplice viral é contraindicada durante a gravidez. Mulheres que planejam engravidar devem vacinar-se pelo menos um mês antes da concepção. A vacinação pré-gestacional contra rubéola é especialmente importante para proteger o bebê da Síndrome da Rubéola Congênita.

A infecção natural por uma dessas doenças confere imunidade apenas para aquela doença específica. Quem teve sarampo, por exemplo, ainda precisa de proteção contra caxumba e rubéola. A vacina tríplice viral pode ser administrada mesmo para quem já teve uma ou duas dessas doenças — não há risco em vacinar alguém que já é imune a um dos componentes.

As reações mais comuns ocorrem 5 a 12 dias após a aplicação (por ser uma vacina de vírus vivos, a resposta demora mais): febre baixa, erupção cutânea leve, dor e inchaço nas glândulas, e dor articular passageira — especialmente em mulheres adultas (relacionada ao componente rubéola). Dor e vermelhidão no local da injeção também são frequentes e desaparecem em poucos dias.

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