Gestão de eSocial SST – Saúde e Segurança do Trabalho em Goiânia
Rotinas técnicas e administrativas que organizam, conferem e integram as informações de SST enviadas ao eSocial — S-2210 (CAT), S-2220 (exames ocupacionais) e S-2240 (fatores de risco) — garantindo que o que está no PGR, PCMSO, laudos, LTCAT e prontuário seja o mesmo que está dentro do sistema do governo. Evento certo, com dado certo, no momento certo, coerente com a documentação técnica de SST da empresa. Não improviso do RH ou do contador em matéria essencialmente técnica.
O que está nos eventos S-2210, S-2220 e S-2240 será cruzado com afastamentos do INSS, benefícios previdenciários, NTEP (nexo técnico epidemiológico) e dados de fiscalização do Ministério do Trabalho. Quando esse dado conflita com o PGR, o PCMSO ou o laudo da empresa, o problema aparece exatamente nos piores momentos — na perícia, na fiscalização, no processo trabalhista, no ajuste de FAP.
Sem gestão técnica, a empresa frequentemente envia S-2240 sem base em laudos (puro chute sobre fatores de risco), esquece S-2210 em acidentes que exigem CAT, ou lança S-2220 desconectado do PCMSO. O resultado: uma realidade "no papel" e outra dentro do sistema do governo — e é o governo quem decide qual versão vale quando há divergência.
Análise de cada acidente para definir se há obrigação de CAT e em que prazo; comunicação correta com dados completos de CID, agente causador, parte do corpo atingida, natureza da lesão e tipo de acidente; integração com fluxo interno de comunicação de acidente (RH, médico do trabalho, segurança); controle de prazos — CAT não enviada ou enviada atrasada é autuação certa além de prejudicar o trabalhador acidentado.
Alimentação correta a partir dos exames ocupacionais realizados conforme o PCMSO — admissional, periódico, retorno ao trabalho, mudança de função, demissional; coerência entre o CBO do trabalhador, os agentes de risco do PCMSO e o que é informado no evento; controle de exames pendentes que precisam gerar S-2220 e ainda não foram registrados; integração com a clínica e o sistema de prontuário ocupacional para fluxo sem lacuna.
Mapeamento dos fatores de risco por cargo, função e ambiente de trabalho com base em PGR, laudos técnicos e LTCAT — não em suposição; atualização do S-2240 em admissões, mudanças de função, transferência de setor e alterações de processo que mudam o perfil de exposição; coerência entre o que é declarado no S-2240 e o que está documentado em PGR, LTCAT, PPP e PCMSO — contradição entre esses documentos é explorada em perícia.
O que está no sistema do governo é usado contra a empresa — não a favor
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