Mapeamento de Riscos e Sinalização de Segurança (NR-26 – layout e placas) em Goiânia
Estudo técnico que cruza PGR, layout físico e fluxo de pessoas, máquinas, veículos e produtos para definir onde estão os riscos por área e como eles devem aparecer de forma visual — placas, faixas, demarcações, pictogramas e cores de identificação conforme a NR-26 e normas correlatas. O risco sai do documento técnico e vai para o chão da empresa: o trabalhador bate o olho e entende onde pode, onde não pode, o que é rota de fuga, o que é risco elétrico, químico, inflamável ou biológico. A empresa ganha evidência técnica para fiscalizações, auditorias e perícias.
Placas soltas sem padrão, faixas de piso apagadas, ausência de sinalização de emergência em pontos críticos, rota de fuga bloqueada por paletes sem nenhum aviso — esse cenário é encontrado com frequência em empresas que fazem PGR, treinamentos e exames, mas nunca formalizaram a sinalização como parte do sistema de SST. O fiscal identifica isso imediatamente. O perito também. E o argumento de "não sabia que tinha risco aqui" começa exatamente onde a sinalização termina.
O mapeamento de riscos com sinalização estruturada resolve isso de forma permanente: identifica os riscos por área, define como eles devem ser sinalizados conforme a NR-26, e entrega um layout de sinalização que pode ser implantado, auditado e defendido tecnicamente. Não é estética — é conformidade com função de prevenção real.
Visita técnica às áreas internas e externas; leitura do PGR, laudos e relatórios existentes; identificação de pontos críticos — máquinas, painéis elétricos, produtos químicos e inflamáveis, depósitos, cilindros de gás, áreas de circulação de pedestres e veículos, escadas, docas, telhados e áreas de carga e descarga; registro fotográfico e levantamento das sinalizações existentes.
Construção do layout indicando: onde haverá placas obrigatórias (perigo, atenção, uso obrigatório de EPI, proibição, emergência); onde haverá faixas no piso (circulação de pedestres, faixas de veículos e empilhadeiras, demarcação de áreas, distanciamento de segurança, zonas de risco); onde serão instalados pictogramas, etiquetas e cores de identificação de substâncias (inflamáveis, corrosivos, tóxicos, risco elétrico); pontos de extintores, hidrantes, kits de emergência, EPIs coletivos e saídas de emergência.
Tipo de placa, tamanho, material (PVC, PS, alumínio, adesivo), posição e altura de instalação; conteúdo mínimo obrigatório — texto, símbolo e cor conforme a NR-26 e ABNT NBR 7195; padrão de cores de segurança: vermelho (proibição/emergência), amarelo (atenção/risco), verde (segurança/saída), azul (obrigação/EPI), laranja (inflamáveis) e demais conforme o agente; etiquetagem de tubulações, válvulas, cilindros e equipamentos conforme norma.
A empresa executa a instalação conforme o projeto — com ou sem acompanhamento da CLIMT conforme contratado; ajustes finos em campo para adequar pontos específicos que só aparecem durante a execução; verificação da coerência entre o que foi instalado e o que foi projetado — para que o resultado seja auditável.
Relatório técnico com o mapeamento de riscos por área, fotos e planta/croqui quando aplicável; especificação de cada sinalização implantada com a norma que a embasa; documento que pode ser apresentado em fiscalizações do Ministério do Trabalho, auditorias de grandes clientes e perícias judiciais.
Qualquer empresa com risco físico, químico, biológico, ergonômico ou de acidente em nível relevante
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