Exame de Ácido Mandélico Urinário em Goiânia

Exame de Ácido Mandélico Urinário em Goiânia

Exame de biomonitoramento para trabalhadores expostos ao estireno — solvente presente em resinas de poliéster, plásticos reforçados com fibra de vidro, borracha sintética e poliestireno. O ácido mandélico urinário é o indicador adotado pela NR-7, com IBMP de 800 mg/g de creatinina em urina pós-jornada. Por ter meia-vida de eliminação de aproximadamente 4 horas, a coleta deve ser feita obrigatoriamente ao final da jornada de trabalho. Laudo válido para PCMSO e eSocial. Coleta sem agendamento nas unidades da CLIMT SAÚDE em Goiânia.

Benefícios

Por que o Ácido Mandélico Urinário é o Indicador de Escolha na Exposição Ocupacional ao Estireno?

O estireno é um solvente e monômero amplamente utilizado na fabricação de plásticos reforçados, resinas de poliéster, borracha sintética e tintas. A exposição crônica causa neurotoxicidade periférica e central — neuropatia periférica, comprometimento cognitivo, distúrbios do sono e alterações auditivas — além de efeitos hepáticos e reprodutivos. O estireno é classificado como provável cancerígeno humano (grupo 2A IARC). O ácido mandélico urinário é o principal metabólito do estireno e o indicador biológico adotado pela NR-7, com IBMP de 800 mg/g de creatinina estabelecido pelo Ministério do Trabalho. A CLIMT SAÚDE realiza a coleta e o gerenciamento laboratorial em Goiânia, com laudo técnico válido para o PCMSO.

  • Indicador biológico oficial adotado pela NR-7 para monitoramento de trabalhadores expostos ao estireno — com IBMP de 800 mg/g de creatinina estabelecido pelo Ministério do Trabalho
  • Prevenção da neurotoxicidade crônica pelo estireno — neuropatia periférica, comprometimento cognitivo e alterações auditivas detectáveis e preveníveis com monitoramento periódico
  • Coleta simples de urina pós-jornada, sem jejum — sem interferências alimentares relevantes, ao contrário do ácido hipúrico (tolueno), o que facilita o preparo do trabalhador
  • Laudo técnico com interpretação clínica e comparação com o IBMP vigente — válido para o PCMSO, eSocial (S-2220) e fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego
  • Atendimento por ordem de chegada nas unidades Setor Central e Setor Aeroporto em Goiânia — sem necessidade de agendamento prévio para coleta individual
O que Avalia

O que o Exame de Ácido Mandélico Urinário Detecta e para quem é Indicado?

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Neurotoxicidade e Efeitos Sistêmicos do Estireno

O estireno é absorvido principalmente por inalação de vapores no ambiente de trabalho. No organismo, é metabolizado a óxido de estireno — um epóxido reativo e genotóxico — e posteriormente a ácido mandélico e ácido fenilglioxílico, excretados na urina. A exposição crônica causa síndrome estirênica: fadiga, cefaleia, comprometimento da memória e concentração, neuropatia periférica com dormência e formigamento nas extremidades, e alterações auditivas (perda auditiva neurossensorial). Efeitos hepáticos e reprodutivos também são descritos com exposições elevadas. O estireno é classificado como provável cancerígeno humano (grupo 2A IARC), com estudos sugerindo aumento de risco de leucemia e linfoma em trabalhadores com exposição prolongada.

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Ácido Mandélico versus Ácido Fenilglioxílico — Indicadores Complementares

O ácido mandélico é o principal metabólito urinário do estireno, com IBMP definido pela NR-7. O ácido fenilglioxílico é um metabólito intermediário, produzido em menor quantidade, mas que pode ser solicitado pelo médico do trabalho como indicador complementar — especialmente útil quando há suspeita de interferência por outros solventes. Ambos são eliminados rapidamente na urina após o fim da exposição, o que torna essencial que a coleta seja realizada ao final da jornada de trabalho, e não no dia seguinte.

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Atividades com Exposição Ocupacional ao Estireno

O exame é obrigatório no PCMSO de trabalhadores em: fabricação de plásticos reforçados com fibra de vidro (PRFV) — laminação manual e por infusão, produção de resinas de poliéster insaturado e resinas epóxi com estireno como diluente reativo, fabricação de borracha sintética (SBR — estireno-butadieno), produção de poliestireno expansível (EPS — isopor) e poliestireno de alto impacto (HIPS), fabricação de tintas e revestimentos com estireno, e indústrias náutica e de construção civil com laminação de peças em fibra de vidro.

Coleta e Preparo

Como é Realizada a Coleta do Ácido Mandélico Urinário?

A coleta é feita em amostra de urina isolada obrigatoriamente ao final da jornada de trabalho (pós-jornada), conforme recomendação da NR-7. O ácido mandélico e o ácido fenilglioxílico são eliminados rapidamente na urina, de modo que a coleta no dia seguinte ou fora da jornada resulta em valores significativamente subestimados, sem refletir a real exposição do trabalhador.

Não há necessidade de jejum e não há restrições alimentares específicas relevantes para o ácido mandélico — ao contrário do ácido hipúrico (tolueno), o que simplifica o preparo do trabalhador. O trabalhador deve informar à equipe da CLIMT o uso de qualquer medicamento que contenha ácido mandélico na formulação (algumas preparações urológicas e antissépticos urinários). A amostra deve ser coletada em frasco adequado e encaminhada ao laboratório refrigerada.

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