Exame de Acetilcolinesterase Eritrocitária em Goiânia
Exame de biomonitoramento para trabalhadores expostos a inseticidas organofosforados e carbamatos — os agrotóxicos responsáveis pelo maior número de intoxicações ocupacionais no Brasil. A acetilcolinesterase eritrocitária é o indicador de eleição para exposição crônica, adotado pela NR-7 com IBMP definido como redução de 30% em relação ao valor basal individual do trabalhador — tornando o exame basal pré-exposição obrigatório. Laudo válido para PCMSO e eSocial. Coleta sem agendamento nas unidades da CLIMT SAÚDE em Goiânia.
Os inseticidas organofosforados e carbamatos são os agrotóxicos mais utilizados na agricultura brasileira e os responsáveis pelo maior número de intoxicações ocupacionais no país. O mecanismo de toxicidade é o mesmo para ambos: inibição da enzima acetilcolinesterase, responsável pela degradação do neurotransmissor acetilcolina nas sinapses nervosas. O acúmulo de acetilcolina causa hiperestimulação colinérgica progressiva — que pode evoluir para crise colinérgica grave e morte por parada respiratória. A acetilcolinesterase eritrocitária (AChE-E) é o indicador biológico de eleição para exposição crônica, adotado pela NR-7 com IBMP estabelecido pelo Ministério do Trabalho. A CLIMT SAÚDE realiza a coleta e o gerenciamento laboratorial em Goiânia, com laudo válido para o PCMSO.
Organofosforados e carbamatos bloqueiam a acetilcolinesterase, impedindo a degradação da acetilcolina nas sinapses. O acúmulo do neurotransmissor causa hiperestimulação colinérgica progressiva com sinais muscarínicos (salivação excessiva, lacrimejamento, broncoespasmo, vômitos, diarreia, miose) e nicotínicos (fasciculações musculares, fraqueza e paralisia). A crise colinérgica grave causa morte por parada respiratória. Na exposição crônica subcrítica — a mais comum na realidade ocupacional — o trabalhador apresenta sintomas inespecíficos como cefaleia, fadiga, tontura e alterações de humor, frequentemente atribuídos a outras causas. A monitorização da AChE-E detecta a inibição antes do surgimento da sintomatologia grave.
A acetilcolinesterase eritrocitária (AChE-E) é a enzima presente nos glóbulos vermelhos — sua inibição reflete a exposição acumulada ao longo das últimas semanas, pois os eritrócitos têm vida média de 120 dias. É o indicador de eleição para exposição crônica e monitoramento periódico. A colinesterase plasmática (pseudocolinesterase) é produzida pelo fígado e tem recuperação mais rápida — é o indicador de eleição para exposição aguda recente. Os dois exames são complementares e frequentemente solicitados juntos pelo médico do trabalho para avaliação completa da exposição a organofosforados e carbamatos.
O exame é obrigatório no PCMSO de trabalhadores em: aplicação de agrotóxicos organofosforados e carbamatos em lavouras, pastagens e culturas protegidas, produção e formulação de defensivos agrícolas, aplicação de inseticidas em saúde pública (controle de vetores — dengue, malária, leishmaniose), dedetização e controle de pragas urbanas, produção de flores e plantas ornamentais com uso intensivo de agrotóxicos, e operadores em armazéns e silos com tratamento de grãos com inseticidas.
A coleta é feita em sangue venoso, em tubo com anticoagulante (EDTA), preferencialmente ao final da jornada de trabalho (pós-jornada). Não há necessidade de jejum. O aspecto mais importante do preparo é a coleta basal: a NR-7 determina que o exame seja realizado antes do início da atividade com exposição a agrotóxicos para estabelecer o valor individual de referência de cada trabalhador. A atividade da AChE-E varia significativamente entre indivíduos, e a interpretação correta dos exames periódicos só é possível comparando o resultado com o basal do próprio trabalhador.
O trabalhador deve informar à equipe da CLIMT o uso de qualquer medicamento, pois algumas substâncias podem interferir na atividade da colinesterase. A amostra deve ser processada rapidamente após a coleta — a CLIMT garante o encaminhamento adequado ao laboratório para preservar a estabilidade enzimática e a validade analítica do resultado. Após intoxicação aguda por organofosforado, a AChE-E pode levar de 60 a 120 dias para se recuperar completamente, enquanto a colinesterase plasmática se recupera em dias a semanas.
Conforme NR-7 — periodicidade semestral para expostos; basal obrigatório antes do início da exposição
Preencha o formulário e nossa equipe entrará em contato para montar um plano compatível com sua necessidade técnica e financeira.
Atendimento de Seg a Sex, das 07:30 às 17:00
Exame de Acetilcolinesterase Eritrocitária em Goiânia
