Exame de Cobalto Sérico e Urinário em Goiânia
Exame de biomonitoramento para trabalhadores expostos ao cobalto em metalurgia de ligas duras, produção de tintas e fabricação de baterias. O cobalto sérico avalia a exposição recente; o urinário avalia a carga acumulada ao longo da jornada — ambos com IBMP definido pela NR-7. Indicado também para portadores de próteses articulares metal-metal, com risco de cobaltismo por liberação de íons metálicos. Laudo válido para PCMSO e eSocial. Coleta sem agendamento nas unidades da CLIMT SAÚDE em Goiânia.
O cobalto é um metal amplamente utilizado na metalurgia de ligas duras, na produção de tintas e pigmentos e em próteses ortopédicas metálicas. A exposição ocupacional prolongada pode causar pneumopatia intersticial (pulmão de metal duro), asma ocupacional, cardiomiopatia e efeitos cancerígenos — o cobalto metálico associado ao carboneto de tungstênio é classificado como cancerígeno do grupo 2A pela IARC. O exame de cobalto sérico e urinário é o indicador biológico adotado pela NR-7 para monitoramento de trabalhadores expostos, com IBMP estabelecido pelo Ministério do Trabalho. A CLIMT SAÚDE realiza a coleta e o gerenciamento laboratorial em Goiânia, com laudo válido para o PCMSO.
A inalação de poeiras e fumos de cobalto metálico é a principal via de exposição ocupacional. O metal causa pneumopatia intersticial progressiva — conhecida como "doença do metal duro" — e asma ocupacional em trabalhadores expostos. O cobalto metálico associado ao carboneto de tungstênio (presente nas ferramentas de metal duro) é classificado como provável cancerígeno humano (grupo 2A IARC). A dosagem sérica e urinária avalia se os níveis do metal no organismo estão dentro dos limites seguros estabelecidos pela NR-7.
O exame é indicado para trabalhadores em: produção e afiação de ferramentas de metal duro (carboneto de tungstênio-cobalto), metalurgia de superligas para aeronáutica e indústria petroquímica, produção de tintas, pigmentos e esmaltes à base de cobalto, fabricação de baterias de lítio-cobalto e baterias de níquel-cobalto, produção de catalisadores industriais, refinarias de cobalto e processamento de minérios polimetálicos contendo cobalto.
Próteses articulares de quadril e joelho do tipo metal-metal liberam íons de cobalto e cromo por desgaste mecânico. Níveis elevados de cobalto no sangue e na urina podem causar toxicidade sistêmica — cobaltismo — com manifestações neurológicas (perda auditiva, visão turva, neuropatia periférica), cardíacas (cardiomiopatia) e endócrinas (hipotireoidismo). O monitoramento periódico de cobalto sérico e urinário é recomendado para todos os portadores de próteses metal-metal, especialmente com implantes com mais de 5 anos.
Para o cobalto sérico: coleta de sangue venoso em tubo específico para dosagem de metais, preferencialmente ao final da jornada de trabalho (pós-jornada). Não é necessário jejum. Para o cobalto urinário: coleta de urina isolada pós-jornada, em frasco adequado fornecido ou indicado pela equipe da CLIMT. Em alguns protocolos, pode ser solicitada urina de 24 horas — nesse caso, a requisição médica especificará o tipo de coleta.
Atenção especial à prevenção de contaminação da amostra: o trabalhador deve lavar bem as mãos antes da coleta de urina, evitando contato com superfícies contaminadas pelo metal no ambiente de trabalho. A CLIMT orienta trabalhadores e empresas sobre todos os procedimentos de coleta e transporte para garantir a qualidade analítica e a validade do resultado.
Conforme NR-7 — a periodicidade é definida pelo médico do trabalho responsável
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