Exame de Acetona Urinária em Goiânia

Exame de Acetona Urinária em Goiânia

Exame de biomonitoramento para trabalhadores expostos ao isopropanol e à acetona como solventes industriais. A acetona urinária é o indicador de eleição adotado pela NR-7 para ambos os agentes — um único exame cobre as duas exposições. Diabéticos e trabalhadores em jejum prolongado podem apresentar resultados elevados por produção endógena de acetona, devendo informar essa condição antes da coleta. IBMPs de 40 mg/L (isopropanol) e 52 mg/L (acetona direta) em urina pós-jornada. Laudo válido para PCMSO e eSocial. Coleta sem agendamento nas unidades da CLIMT SAÚDE em Goiânia.

Benefícios

Por que a Acetona Urinária é o Indicador de Escolha na Exposição Ocupacional ao Isopropanol?

O isopropanol (álcool isopropílico) é um solvente orgânico amplamente utilizado em indústrias de tintas, cosméticos, limpeza industrial e laboratórios. No organismo, é metabolizado a acetona, que é eliminada pela urina — por isso a acetona urinária é o indicador biológico adotado pela NR-7 para monitorar a exposição ao isopropanol, com IBMP estabelecido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. A exposição também pode ocorrer à acetona como solvente industrial direto, presente nos mesmos ambientes; embora a legislação brasileira não estabeleça um IBMP próprio para exposição direta à acetona, o exame de acetona urinária permanece útil como indicador complementar de exposição a solventes cetônicos, a critério do médico do trabalho. A exposição crônica a esses solventes causa irritação das mucosas e neurotoxicidade com cefaleia e tontura, podendo potencializar os efeitos de outros solventes em exposição simultânea. A CLIMT SAÚDE realiza a coleta e o gerenciamento laboratorial em Goiânia, com laudo técnico válido para o PCMSO.

  • Indicador biológico adotado pela NR-7 para exposição ocupacional ao isopropanol, com IBMP de 40 mg/L estabelecido pelo Ministério do Trabalho
  • A acetona urinária reflete tanto a exposição direta à acetona quanto a exposição ao isopropanol, que é metabolizado a acetona no organismo — mas o IBMP legal se aplica especificamente ao isopropanol
  • Atenção ao jejum prolongado e ao diabetes — estados metabólicos que elevam a acetona urinária endogenamente e devem ser registrados para interpretação correta do resultado
  • Laudo técnico com interpretação clínica e comparação com o IBMP vigente — válido para o PCMSO, eSocial (S-2220) e fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego
  • Atendimento por ordem de chegada nas unidades Setor Central e Setor Aeroporto em Goiânia — sem necessidade de agendamento prévio para coleta individual
O que Avalia

O que o Exame de Acetona Urinária Detecta e para quem é Indicado?

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Isopropanol — Metabolismo e Efeitos Ocupacionais

O isopropanol é absorvido principalmente por inalação de vapores no ambiente de trabalho e, em menor grau, por contato dérmico em atividades de limpeza manual. No organismo, é oxidado pelo álcool desidrogenase a acetona, que se acumula no sangue e é eliminada pelos pulmões e rins. Os efeitos agudos incluem irritação de mucosas, cefaleia, tontura, euforia e, em altas concentrações, depressão do sistema nervoso central. A exposição crônica pode causar neurotoxicidade com fadiga persistente, alterações de memória e potencialização dos efeitos de outros solventes presentes simultaneamente no ambiente.

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Acetona como Solvente Industrial — Exposição Direta

A acetona é um dos solventes industriais mais utilizados no mundo — presente em removedores de esmalte, solventes de tintas e vernizes, limpadores industriais, cola de poliestireno, laboratórios de química e indústria farmacêutica. Quando inalada diretamente, é parcialmente metabolizada e excretada na urina. A acetona urinária pode ser usada para acompanhar essa exposição, ainda que sem um limite legal brasileiro específico para o agente.

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Atividades com Exposição Ocupacional ao Isopropanol e à Acetona

O exame é indicado para trabalhadores em: indústrias de cosméticos e higiene pessoal com isopropanol como antisséptico e solvente; produção e aplicação de tintas, vernizes e lacas com acetona como solvente; laboratórios de química analítica e farmacêutica com uso frequente de acetona; limpeza industrial de superfícies metálicas com isopropanol ou acetona; fabricação de adesivos e selantes com solventes cetônicos; indústria de calçados com solventes à base de acetona; produção de polímeros e plásticos com acetona como solvente de processamento; e fabricação de produtos de limpeza doméstica e industrial.

Coleta e Preparo

Como é Realizada a Coleta da Acetona Urinária?

A coleta é feita em amostra de urina isolada ao final da jornada de trabalho, conforme recomendação da NR-7 para o indicador vinculado ao isopropanol. Não há restrições alimentares específicas, mas há duas interferências metabólicas importantes que o trabalhador deve informar à equipe da CLIMT: jejum prolongado e diabetes mellitus. Ambas as condições elevam a produção endógena de corpos cetônicos — incluindo a acetona — pelo organismo, independentemente da exposição ocupacional, podendo gerar resultados falsamente elevados.

Recomenda-se que o trabalhador realize a coleta após alimentação normal, evitando jejum prolongado antes da coleta. Diabéticos com controle glicêmico inadequado ou em uso de dietas cetogênicas devem informar o médico do trabalho antes da realização do exame. A CLIMT orienta o trabalhador e a empresa sobre todos os procedimentos de preparo e coleta.

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