Exame de Cádmio Urinário e Sérico em Goiânia
Exame de biomonitoramento para trabalhadores expostos ao cádmio — metal nefrotóxico e cancerígeno do grupo 1 IARC, com meia-vida biológica de 10 a 30 anos nos rins. O cádmio sérico avalia a exposição recente; o urinário reflete a carga acumulada no órgão-alvo da toxicidade crônica. Como a lesão renal pelo cádmio é irreversível, o monitoramento periódico é essencial para detecção precoce. Indicadores adotados pela NR-7 com IBMP estabelecido pelo Ministério do Trabalho. Laudo válido para PCMSO e eSocial. Coleta sem agendamento nas unidades da CLIMT SAÚDE em Goiânia.
O cádmio é um metal pesado nefrotóxico e cancerígeno — classificado no grupo 1 da IARC como causa estabelecida de câncer de pulmão e associado ao câncer renal. Sem função biológica conhecida, acumula-se progressivamente nos rins ao longo da vida, com meia-vida biológica de 10 a 30 anos. A exposição ocupacional ocorre principalmente por inalação de fumos e poeiras em fundições, soldagem e fabricação de baterias. O cádmio sérico avalia a exposição recente; o cádmio urinário reflete a carga acumulada nos rins — o órgão-alvo da toxicidade crônica. Ambos são adotados pela NR-7 com IBMP estabelecido pelo Ministério do Trabalho. A CLIMT SAÚDE realiza a coleta e o gerenciamento laboratorial em Goiânia, com laudo válido para o PCMSO.
O cádmio no sangue reflete a exposição recente — nas horas e dias anteriores à coleta — e é o indicador de escolha para avaliar episódios agudos de exposição intensa ou para monitoramento logo após o início da atividade de risco. Em trabalhadores com exposição crônica de longa data, o cádmio sérico pode estar normalizado mesmo com carga renal acumulada elevada, razão pela qual deve ser interpretado sempre em conjunto com o cádmio urinário.
O cádmio urinário é o indicador preferencial para avaliação da carga corporal acumulada do metal. Isso porque o cádmio se deposita principalmente nos rins e, à medida que causa dano tubular progressivo, é liberado na urina em quantidades crescentes. Valores elevados de cádmio urinário indicam nefrotoxicidade em curso — a lesão tubular renal pelo cádmio é irreversível e progressiva mesmo após o fim da exposição, tornando a detecção precoce fundamental para a preservação da função renal.
O exame é obrigatório no PCMSO de trabalhadores em: fabricação e reciclagem de baterias de níquel-cádmio, soldagem e corte de metais com ligas de cádmio, fundições de zinco, cobre e chumbo (onde o cádmio ocorre como impureza), produção de pigmentos e tintas à base de sulfeto de cádmio, estabilizadores de PVC com compostos de cádmio, galvanoplastia com banhos de cádmio, produção de semicondutores e células fotovoltaicas, e processamento de minérios polimetálicos com cádmio associado.
Para o cádmio sérico: coleta de sangue venoso em tubo específico para dosagem de metais, preferencialmente ao final da jornada de trabalho (pós-jornada). Não é necessário jejum. Para o cádmio urinário: coleta de urina isolada pós-jornada em frasco adequado para metais. Em alguns protocolos, pode ser solicitada urina de 24 horas para avaliação mais abrangente da excreção — a requisição médica especificará o tipo de coleta necessário.
Atenção especial ao tabagismo: cigarros contêm cádmio em quantidade significativa, e fumantes apresentam carga corporal de cádmio sistematicamente mais elevada do que não fumantes com mesma exposição ocupacional. O médico do trabalho deve considerar o hábito tabágico na interpretação dos resultados. O trabalhador deve informar à equipe da CLIMT sobre tabagismo e uso de qualquer medicamento antes da coleta. A CLIMT orienta sobre todos os procedimentos para garantir a qualidade analítica e a validade do resultado.
Conforme NR-7 — a periodicidade é definida pelo médico do trabalho responsável
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