Exame de Colinesterase Plasmática em Goiânia

Exame de Colinesterase Plasmática em Goiânia

Exame de biomonitoramento para trabalhadores expostos a pesticidas organofosforados e carbamatos. A colinesterase plasmática é o indicador de eleição para exposição aguda recente, com recuperação em dias a semanas — complementando a acetilcolinesterase eritrocitária no monitoramento crônico. Adotada pela NR-7 com IBMP definido como redução de 30% do valor basal individual, tornando o exame pré-exposição obrigatório. Laudo válido para PCMSO e eSocial. Coleta sem agendamento nas unidades da CLIMT SAÚDE em Goiânia.

Benefícios

Por que a Colinesterase Plasmática é o Indicador de Eleição na Exposição Aguda a Pesticidas?

A colinesterase plasmática (pseudocolinesterase ou butirilcolinesterase) é produzida pelo fígado e circula no plasma sanguíneo. Assim como a acetilcolinesterase eritrocitária, é inibida por organofosforados e carbamatos — mas com características distintas: recupera-se muito mais rapidamente após a exposição (dias a semanas, versus meses para a AChE eritrocitária), tornando-se o indicador de eleição para avaliação de exposição aguda recente e para triagem em situações de suspeita de intoxicação. É também o indicador adotado pela NR-7 para o monitoramento periódico de trabalhadores rurais expostos a pesticidas, com IBMP de redução de 40% do valor basal individual, complementando a acetilcolinesterase eritrocitária. A CLIMT SAÚDE realiza a coleta e o gerenciamento laboratorial em Goiânia, com laudo válido para o PCMSO.

  • Indicador de eleição para exposição aguda recente a organofosforados e carbamatos — recupera-se em dias a semanas, detectando episódios de exposição intensa que já não seriam visíveis na AChE eritrocitária
  • Adotado pela NR-7 com IBMP de redução de 40% do valor basal individual — valor basal obrigatório antes do início da exposição
  • Indicador sensível de função hepática — a colinesterase plasmática também é reduzida em hepatopatias graves, tornando o exame útil para rastreamento de doenças do fígado em trabalhadores com exposição a agentes hepatotóxicos
  • Laudo técnico com interpretação clínica e comparação com o valor basal individual — válido para o PCMSO, eSocial (S-2220) e fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego
  • Atendimento por ordem de chegada nas unidades Setor Central e Setor Aeroporto em Goiânia — sem necessidade de agendamento prévio para coleta individual
O que Avalia

O que o Exame de Colinesterase Plasmática Detecta e para quem é Indicado?

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Exposição Aguda a Organofosforados e Carbamatos — Janela de Detecção Curta

A colinesterase plasmática é inibida rapidamente após a exposição a organofosforados e carbamatos, e também se recupera rapidamente — em dias para os carbamatos e em semanas para os organofosforados, dependendo da intensidade da exposição. Essa característica a torna ideal para investigação de episódios agudos de intoxicação e para avaliação de trabalhadores logo após uma aplicação intensa de agrotóxico. Em contraste, a AChE eritrocitária demora meses para se recuperar após inibição por organofosforados, sendo mais indicada para exposição crônica acumulada.

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Colinesterase Plasmática versus AChE Eritrocitária — Quando Usar Cada Uma

Os dois exames são complementares e frequentemente solicitados juntos. A colinesterase plasmática é preferida para: suspeita de intoxicação aguda recente, avaliação logo após episódio de exposição intensa, triagem em pronto-socorro e investigação de acidente de trabalho com pesticidas. A AChE eritrocitária é preferida para: monitoramento periódico de exposição crônica, avaliação da carga acumulada ao longo das semanas e decisão de retorno ao trabalho após afastamento. A NR-7 adota ambos como indicadores para trabalhadores expostos a organofosforados, com IBMPs distintos para cada um, e o médico do trabalho define qual solicitar conforme o contexto clínico.

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Atividades com Exposição Ocupacional a Pesticidas

O exame é indicado para trabalhadores em: aplicação de agrotóxicos organofosforados e carbamatos em lavouras, horticultura, fruticultura e pastagens, produção e formulação de defensivos agrícolas, controle de vetores em saúde pública (dengue, malária, febre amarela), dedetização e controle de pragas urbanas e industriais, tratamento fitossanitário em armazéns e silos de grãos, e colheita e manuseio de culturas tratadas com organofosforados com risco de exposição dérmica residual.

Coleta e Preparo

Como é Realizada a Coleta da Colinesterase Plasmática?

A coleta é feita em sangue venoso, em tubo com anticoagulante (EDTA ou citrato, conforme orientação do laboratório), preferencialmente ao final da jornada de trabalho (pós-jornada). Não há necessidade de jejum. Assim como para a AChE eritrocitária, o exame basal pré-exposição é obrigatório pela NR-7 — a atividade da colinesterase plasmática varia entre indivíduos e pode ser reduzida por condições não relacionadas à exposição a pesticidas, como hepatopatias, desnutrição, gravidez e uso de alguns medicamentos.

O trabalhador deve informar à equipe da CLIMT o uso de qualquer medicamento, especialmente anticoncepcionais orais, anestésicos locais do tipo éster e medicamentos que reduzem a colinesterase plasmática como efeito colateral. A amostra deve ser processada rapidamente após a coleta. A CLIMT orienta o trabalhador e a empresa sobre todos os procedimentos e garante o encaminhamento adequado ao laboratório para preservar a estabilidade enzimática e a validade do resultado.

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